Beneficiar os sistemas de transportes públicos na zona metropolitana de Lisboa, através de portagens urbanas


(Three) #62

Um comentário imbecil como esse apenas define a mubi como uma célula anarquista radical. Tenham cuidado com o que dizem!


(Marta) #63

Quem “fala” assim deve estar convencido que o combustível só é utilizado por cidadãos particulares que circulam com o seu automóvel em percursos citadinos.
Se esta greve durar tempo bastante, além de “descarbonar” a sociedade, também vamos emagrecê-la (já que a logística tb funciona a combustível), impedir que as pessoas se desloquem de avião (mesmo que seja para férias, melhor ficar em “terra”, para não poluir), ou sejam socorridas pelo INEM, Bombeiros, Forças de Segurança… Ah! E que vão para o Centro de Saúde ou Hospital de outro modo menos num transporte a combustível fóssil.

Lamento, mas esse comentário foi infeliz. Queremos menos veículos a combustíveis fósseis individuais, principalmente nas zonas urbanas, onde há mais alternativas, mas não ficar felizes porque há “à força” menos veículos nas estradas independentemente do motivo porque andam na estrada.


(Manuel Reis Jorge) #64

Eu apenas comentei o quanto a sociedade está dependente do petroleo e só agora é que acorda. É claro que não podemos nos passar destes combustíveis fósseis, neste momento.
O benéfico desta situação é mostrar estas fraquezas para futuramente as evitar. Isso passa por uma estratégia de descarbonização , entre outros, se quisermos ,para a próxima, menos fragilidade num simple movimento de greve de 500 pessoas. Em menos de 48h o país parou! Absurdo!


(José Miguel Ramos Modesto) #65

Epa, uma coisa é sabermos que nunca viveremos sem combustíveis fósseis. Pelo menos no futuro próximo. Outra coisa é não conseguir deixar de reparar no ridículo que se tem assistido diariamente… as pessoas estão doentes, é a única coisa a concluir.
Nisto, tenho de concordar com o Manuel. Acho que o que ele quis dizer não era “bem feita, que se acabe logo”, mas sim que isto talvez ajude a despertar para o ridiculamente elevado grau de dependência. Epa, parecemos uns drogados na fila para a metadona…


(Three) #66

O que vocês não perceberam é que os combustíveis se tornaram tão essenciais como o pão para a boca e haverá gente capaz de matar por isso. Portanto qualquer ideia de acabar de vez com os combustiveis vai ter resultados desastrosos.

Esqueceste-te de tudo o que depende dos combustiveis, aeroportos, taranportes de alimentos para os supermercados onde vais de bicicleta, aprovisionamento de farmacias, transportes de urgencia, forças policiais, e toda a actividade economica como turismo, rent-a-car, construçao civil, minas, pedreiras, cimenteiras, materiais de construção em geral e muitos mais serviços que dependem da mobilidade e só no fim aparecem os cidadãos individuais que vocês massacram , em particular aqueles que vivem no interior e que foram mais uma vez excluídos quando decretaram serviços mínimos apenas para Lisboa e Porto.

Agora contabilizem as perdas na economia causadas por estes poucos dias de greve e venham com a história pomposa das “externalidades”


(José Miguel Ramos Modesto) #67

Não me parece que tenha havido grande perda para a economia… os impactos foram muito diminutos.

Nota: uma fila de 4 horas numa bomba de gasolina não é um impacto para a economia…

Segundo consta, houveram alguns voos cancelados, e algumas transportadores suprimiram alguns autocarros no último dia da greve… mas é um impacto que em matéria de economia foi residual. Faltou gota nas bombas porque somos uns glutões (para não dizer outra coisa pior), mas as actividades económicas praticamente não sentiram a greve.

Pah, se numa ocasião futura tiverem que se matar (como dizes…), então força. #Darwinismo


(Three) #68

A hipocrisia da betada lisboeta não tem fim. Tudo o que fique fora da fronteira de Mafra já não interessa e por isso tentam branquear a questão, afinal foram eles que tiveram direito aos serviços mínimos cagando literalmente para o resto do pais. Hipócritas do crl


(João Almeida) #69

Mais umas pérolas.


(Luís L Belard) #70

É de facto curioso relembrar alguns destes programas da RTP de há umas décadas e ver como, infelizmente, os motivos das denúncias se mantêm actuais ou até mesmo se agravaram.
Entretanto o parque automóvel aumentou 800%, as entidades policiais nem de longe acompanharam esse crescimento e embora exista hoje tecnologia que permite fiscalizar, medir e documentar abusos e transgressões, parece que não existe grande vontade de a utilizar.
Quanto às infraestruturas, por pressão e submissão ao poder e interesses da indústria automóvel, têm sido sacrificadas a favor do transporte privado como se isso, por vaidade de certos políticos que se acham modernaços, fosse sinal de desenvolvimento.
Felizmente começam a não ter grande à vontade para continuar a monopolizar o espaço para uso do automóvel e aos poucos o Poder vai cedendo à pressão da opinião pública. Só que não podemos abrandar, porque isto é como o jogo da corda!


(Luís L Belard) #71

João, como você é associado, talvez me possa responder: houve, há, ou pensou-se alguma vez em criar um canal TV da MUBi?
Há regularmente tanto material fotografado e em vídeo enviado por tanta gente (fora a que poderia passar a contribuir), que daria para horas diárias de noticiário sobre mobilidade! O que se passa cá e… lá fora!
Mas mesmo limitando essa emissão diária a uns ‘30 minutos MUBi’, há evidentemente um trabalho de edição que teria de ser feito previamente e uma redacção que coordenasse o alinhamento e a locução/apresentação do noticiário. De início, poderia contar-se com as notícias, fotos e videos enviadas pelos colaboradores e talvez mais tarde se pudesse incluir mesmo entrevistas previamente gravadas.
Um mesmo noticiário poderia ser apresentado e depois repetido duas ou três vezes ao longo do dia em diferentes horários, ou, em alternativa, estar sempre acessível no servidor durante 24 horas.
Como experiência, poderia começar por ser semanal.
Termino como comecei: está completamente fora dos objectivos da Associação ou é uma possibilidade em aberto ou até já pensada? Creio que daria uma muito maior projecção à MUBi.
Luís B.


(João Almeida) #72

@LUISB não sei se já alguém pensou nisso. Eu também não sou associado há muito tempo.

O que há de vídeo é isto: https://www.youtube.com/channel/UC6YaAdR0xqgzKlCp1eX_qzw/videos

Mas porque não se torna associado e contribui na parte da comunicação?


(Aónio Eliphis) #73

Também saíste? Algum motivo em particular?


(João Almeida) #74

Não, o que eu quis dizer é que não me associei à MUBi há muito tempo. Foi só em 2017 ou 2018.


(Luís L Belard) #75

São motivos de ordem ‘geográfica’ - que não interessa referir publicamente -
que me impedem de participar. A não ser assim, teria todo o gosto em colaborar.


(Pedro Sanches) #76

@LUISB temos planeada uma rubrica de comunicação em video. No entanto, tal ainda não foi possível de concretizar. Os recursos são poucos e temos muita coisa para fazer. Não detalhámos ainda os pormenores. Quando conseguirmos pensar nisso, comunicaremos.

@mrbaptista toma aí nota. :wink:


(Miguel Baptista) #77

@LUISB a ideia é excelente e gostaríamos muito de a por em prática, mas não sei se tem noção da quantidade de trabalho que dá por no ar 30 minutos de programa de TV semanalmente.
Sei do que estou a falar porque por acaso faço parte de uma equipa que põe no ar um programa semanal de 25 minutos. E sei que infelizmente na MUBi não temos neste momento como o fazer.

Também há que ter em conta os direitos de autor. Sim aparecem aí muitas fotos e vídeos. Mas não podemos pegar neles só porque nós apetece. É preciso garantir que os podemos usar.

Para já apostaria num projecto menos ambicioso. Fazer uns filmes informativos que resolvam problemas do dia a dia: como se proteger da chuva; como praticar uma condição defensiva; como transportar carga e/ou filhos na bicicleta, etc.

Se alguém quiser ajudar agradeço


(Sérgio Loureiro) #78

Já assinei a da Azambuja: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=Azambujapassesocial


(Sérgio Loureiro) #79

E acabei de assinar aqui a de Torres Novas também: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91337


(Sérgio Loureiro) #80

Não é o que a página da CP diz!


(Three) #81

Esse horário é uma fraude, A CP que o meta no olho nº 3!
Fácil falar quando se está bem servido. Já tentaste usar o serviço? Duvido.

Esse horário NUNCA é cumprido, as supressões aleatórias atingem mais de 60% do horário e com uma assinatura que custa 117,90 €/ mês. Pois é, os descontos são apenas para elite da AML que pagam apenas 40 €, os saloios continuam a pagar tudo!
Lisboa - Azambuja custa 40,5 € e Entrecampos - Feliteira custa 117,90 €. A distãncia é a mesma. Mais a estação de Feliteira não tem um único lugar de estacionamento e fica junto a uma pequena aldeia sem qualquer espaço disponível.

Depois achar que 8 comboios por dia chegam para servir uma linha com 75 Km e mais de 350 000 habitantes é de um desprezo monumental.
Essa mania de que para os saloios serve qualquer m*rda tem de acabar!
Fala do que sabes antes de atirares postas de pescada .