Coimbra duplica número de árvores na Av. Urbano Duarte onde vai passar ciclovia

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Coimbra duplica número de árvores na Av. Urbano Duarte onde vai passar ciclovia

por Notícias de Coimbra Dezembro 3, 2019

Está em curso a empreitada de construção de mais 14,5 km de ciclovia na cidade, num troço que irá ligar Coimbra B à Portela e Vale das Flores, num investimento global superior a 2,2 milhões de euros.

Na Av. Urbano Duarte os trabalhos em curso obrigam à requalificação e alargamento dos passeios, adequando-os também a pessoas com mobilidade reduzida. Posteriormente, serão plantadas no talude 56 árvores, o dobro das atualmente existentes em caldeiras no meio do passeio, que assim terão disponível para o seu desenvolvimento radicular um meio muito mais propício e com menor índice de compactação, fazendo sombra à futura ciclovia.

Está em curso a construção de mais 14,5km de ciclovia em Coimbra, que a acrescer aos 2,9 km já existentes, perfaz um total de cerca de 18 km de ciclovia na cidade, representando um investimento global de 2.218.132,69 euros (IVA incluído).

Esta rede viária ligará polos importantes da cidade, como estabelecimentos de ensino, de saúde e zonas comerciais, entre outros. Esta aposta da autarquia pretende potenciar a utilização da bicicleta nas deslocações casa-trabalho e casa-escola, em detrimento da utilização do transporte individual motorizado, com a consequente redução de emissões de gases de estufa, garantindo ainda os níveis elevados de segurança rodoviária. Esta ação está incluída no Plano de Ação e Mobilidade Sustentável (PAMUS) do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Coimbra e a sua candidatura ao Centro 2020 foi aprovada com financiamento de 85%.

O projeto Ciclovia de Coimbra – Coimbra B/Vale das Flores/Portela inicia-se junto da atual estação ferroviária de Coimbra B e do futuro interface Coimbra-Norte e segue, em canal próprio, ao longo da Av. Marginal até à Ponte Açude. Neste ponto, atravessa para a margem esquerda do Mondego, através da nova ponte pedonal e ciclável do Açude. O percurso duplica-se, então, ao longo das margens do rio, seguindo, na margem esquerda, pela Av. de Conímbriga, entre a Ponte Açude e a Ponte de Santa Clara (troço da Av. de Conímbriga), descendo depois ao Parque Verde, onde liga a um percurso existente e que, através da Ponte Pedro e Inês, se une ao traçado da margem direita.

A partir da margem direita, a ciclovia segue ao longo da Av. da Lousã e da Av. Urbano Duarte (troço Urbano Duarte). Aqui, os trabalhos em curso obrigam à requalificação e alargamento dos passeios, adaptando-os também a pessoas com mobilidade reduzida. Posteriormente, serão plantadas no talude 56 árvores, o dobro das atualmente existentes em caldeiras, que assim terão disponível para o seu desenvolvimento radicular um meio muito mais propício e com menor índice de compactação, fazendo sombra à futura ciclovia que vai confluir na zona da rotunda da Boavista. A partir deste ponto, há um percurso que segue ao longo do Vale das Flores (troço Vale das Flores) e outro que segue paralelo ao traçado do IC3 (troço Quinta da Portela), estendendo-se à zona do Pólo II da Universidade de Coimbra (UC), entrando na Quinta e culminando próximo da rotunda da Portela, onde liga ao lanço existente que acede ao futuro interface do Sistema de Mobilidade do Mondego da Quinta da Ponte, em Ceira.

A partir do Vale das Flores, a ciclovia desdobra-se junto à Escola de Hotelaria (troço Pinhal de Marrocos), ligando aos espaços de investigação (ITeCons) e empresas (Incubadora, Tecnopólo) e finalmente à zona residencial da Quinta da Portela e ao Pólo II da UC.

Outro desdobramento do Vale das Flores acontece junto à Casa Municipal da Proteção Civil (troço Pedro Nunes), para que a ciclovia garanta a ligação aos equipamentos escolares (Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, conservatório de Música de Coimbra, Escola Secundária Quinta das Flores) e espaços de investigação e coworking (Instituto Pedro Nunes).

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Coimbra vai ter mais 11 km de ciclovia na margem esquerda do Rio Mondego

O executivo da Câmara Municipal (CM) de Coimbra vai analisar e votar, na sua reunião de quinta-feira, o traçado de cerca de 11 km da Ciclovia do Mondego no concelho.

Este percurso tem início no Açude-Ponte, onde se liga aos restantes 15 km de ciclovia que já estão em construção até ao Vale das Flores e à Portela. Já a jusante, a Ciclovia do Mondego segue pela margem esquerda do rio, junto à Estrada do Campo, até ao limite do concelho com Montemor-o-Velho, onde se irá ligar ao restante percurso ciclável até à costa atlântica na Figueira da Foz. Este projeto faz com que Coimbra fique com cerca de 30 km de ciclovias interligadas entre si.

A CM Coimbra tem em curso a empreitada de construção de cerca de 15 km de ciclovia na cidade, num troço que irá ligar Coimbra B à Portela e Vale das Flores, num investimento global superior a 2,2 milhões de euros. Esta rede viária ligará polos importantes da cidade, como estabelecimentos de ensino, de saúde e zonas comerciais, entre outros serviços. Esta aposta da autarquia pretende potenciar a utilização da bicicleta nas deslocações casa-trabalho e casa-escola, em detrimento da utilização do transporte individual motorizado, com a consequente redução de emissões de gases de estufa, numa ação que está incluída no Plano de Ação e Mobilidade Sustentável (PAMUS) do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Coimbra.

A esta ciclovia já em execução, a autarquia pretende acrescentar um novo traçado de cerca de 11 km, incluído no projeto da Ciclovia do Mondego, cujo percurso será analisado e votado na próxima reunião do executivo municipal.

A Ciclovia do Mondego tem início no Açude-Ponte, onde se liga aos restantes 15 km de ciclovia em execução, seguindo para jusante pela margem esquerda do rio, junto à Estrada do Campo, até ao limite do concelho com Montemor-o-Velho, onde se irá ligar ao restante percurso ciclável até à costa atlântica na Figueira da Foz, numa extensão total de cerca de 46 km.

Este traçado foi definido pela autarquia pois permite captar um maior número de utilizadores, tendo em conta a proximidade de localidades da União de Freguesias de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades e da União de Freguesias de Taveiro, Ameal e Arzila, tendo já o parecer técnico favorável da Agência Portuguesa do Ambiente.

Neste troço no concelho de Coimbra está prevista a criação de uma plataforma exclusiva para a ciclovia, a qual se desenvolverá entre a plataforma viária existente e a vala de regadio. A ciclovia terá 2,6m de largura a que acrescem 0,30m de berma de cada um dos lados, promovendo uma maior segurança rodoviária.

Ao longo deste troço existem ainda algumas situações de atravessamentos de plataformas viárias com algum tráfego, as quais serão alvo de atenção especial e onde serão priorizadas soluções que aumentem a segurança de atravessamento, designadamente a sobrelevação da via automóvel como forma de assegurar a redução da velocidade dos veículos automóveis.

A estimativa orçamental para a execução deste projeto, tendo em conta o estudo realizado pelo Itecons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade para a CM Coimbra, é de cerca de 600.000 euros.