Obras na ponte 25 de Abril


(José João Leiria Ralha) #21

Subsidiar menos as portagens não é necessariamente aumentar as que já existem, mas pô-las onde não existem. Por exemplo, alargá-las até ao fim da A1 e não parando em Alverca. Na A5 a mesma coisa. Ou introduzi-las no IC19, até para o libertar do trânsito, já que a alternativa da CREL é portajada.

Porque é que as pessoas do Oeste pagam portagens na A8 até mais perto de Lisboa do que as outras, apesar de terem menos alternativas de transporte público?


(Three) #22

A CREL tornou-se inútil quando passou a ser paga pois possui o potencial de retirar muito trânsito à 2ª circular e CRIL

Boa pergunta, já a coloquei várias vezes.
Deve ser por não pertencerem à AML. Mas os municípios têm de pertencer a clubes para terem direitos? Não estamos no mesmo país?

Nas horas de ponta de Torres Vedras para Lisboa sai 1 autocarro a cada 5 minutos. Se isto não justifica um serviço ferroviário digno desse some, não sei o que justificará, ate porque a estação de comboios se encontra no centro da cidade.


(Rui Fonseca) #23

Uma ciclovia na ponte seria um sonho.

Ao lado dos comboios não parece muito exequível por causa das vigas horizontais que são muito baixas.

Mais simples seria retirar uma via. A redução de capacidade não é relevante porque muita gente não utiliza essa via porque não tem capacidade de condução para evitar as grelhas ou tem medo de andar perto da borda. Além disso o bottleneck da circulação não é a ponte mas sim os acessos.

Além do mais acho que seria mais agradável fazer a viagem de bicicleta ou mesmo a pé pelo tabuleiro de cima. :blush:


(rosa felix) #24

E há ainda a solução que foi usada na ponte de Brooklyn, em NYC.
Um tabuleiro mais estreito, elevado, centrado, que não retira nenhuma via automóvel, e tem uma vista melhor :sunglasses:
E ainda, o risco de pessoas se atirarem é ainda menor!



(José Miguel Ramos Modesto) #25

Como querias que existissem transportes, se tu próprio rejeitas que se financiem??


(Three) #26

:rofl::rofl::rofl::rofl: Hilariante, então existem duas faixas na ponte que deverão estar sempre vazias? Nunca me apercebi de tal :rofl::rofl:

Só essa pérola de retirar uma via para ser ocupada por meia dúzia de turistas a pé ou de bicicleta é de facto uma proposta completamente infantil e surreal.

Mas fica descansado porque já existem propostas mais coerentes e realistas.

http://globalmobiawards.motor24.pt/sonho-passar-ponte-25-abril-pe/


(Alexandre Climber) #27

A meu ver a melhor solução, seria retirar uma das faixas de transito automóvel e esta ficar com os dois sentidos da ciclovia. Quanto ao trafico automovel, ficaria como no passado em que a ponte só tinha 5 faixas. Ou seja sempre 3 no sentido de maior fluxo, e 2 no sentido inverso. O impacto em termos de transito seria praticamente igual ao que temos hoje em dia, pois em hora de ponta o congestionamento apenas acontece no sentido de maior fluxo.

Essa opção de elevadores que esse senhor apresenta, é uma excelente opção para os turistas, e não para o commute diário…


(Alexandre Climber) #28

Em Nova Iorque quase todas as pontes se conseguem passar de bicicleta e a pé. O custo do parqueamento de um automóvel, pode chegar aos aos 20/30 Dolares por hora, só assim se consegue ter muita gente a viver/trabalhar numa cidade…


(Three) #29

Pois o erro esta precisamente nesse conceito ultrapassado de concentrar uma quantidade absurda de pessoas no mesmo local. Quanto ao viver, não percebo como é que passagens pedonais em pontes aumentam o número de habitações !

Hilariante, só vindo de quem nunca precisou de usar a ponte!