Odivelas Cidade Europeia do Desporto

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Deixei a minha opinião expressa na página Facebook do Medina! Está transcrita em:

Ainda não percebi que problema querem resolver ao fazer a ponte ir para o lado do Golf do Lumiar, um deserto onde não mora ninguém, mas enfim … prioridades!

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Fui ao passeio da AML a 15 Setembro, onde encontrei alguém da Câmara de Odivelas, o Paulo César, e aproveitei a ocasião para mandar bocas a dizer que não havia acesso pedonal e ciclístico decente entre os concelhos de Lisboa e Odivelas.
Ele respondeu que estão a fazer a ponte ciclo-pedonal sobre a calçada de Carriche.
Eu respondi que estão a meter mais um viaduto e que aquilo não vai dar a um sítio onde não mora ninguém.
Ele respondeu que tem uma pendente estudada e mais não sei quantas balelas. E que estava info sobre o projecto no site da Câmara. E se quisesse mais info, que lhe mandase um email. Eu fartei-me de procurar e no site da Câmara e não encontrei nada. Mandei-lhe um email na altura e nunca recebi resposta alguma.

from: Sérgio Loureiro
to: [email protected]
date: 16 Sep 2019, 12:36
subject: Projecto da ponte ciclo-pedonal Carriche

Caro Vereador Paulo César,

Fui eu que falei consigo ontem no fim da partida do passeio ciclístico da Semana Europeia da Mobilidade em Odivelas.

Gostaria de saber por favor onde se encontra o projecto da ponte ciclo-pedonal da Calçada de Carriche no site da Câmara Municipal de Odivelas, dado que já fiz diversas tentativas para o encontrar e ainda não consegui.

Agradeço desde já.
Sem mais de momento me despeço e deixo os melhores cumprimentos,
Sérgio Loureiro

É a mensagem que enviei ao Paulo César, à qual nunca fui correspondido.

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Realmente a ponte parece importante…
Pena que nem se lembrem que os acessos à ponte estão uma grande .#@€&…
Circular na calçada de carriche já é uma aventura do tipo off-road com as lombas e buracos se… não se quiser circular no passeio.
Não deixa de ser irónica a ciclovia de propaganda que aparece na imagem do projecto… Há… É da responsabilidade da CML… Só pode.

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Preocupa-me mais do que os acessos pedonais de acesso a Lisboa, os acessos pedonais dentro do concelho de Odivelas, mais concretamente dentro das localidades.
Por exemplo:
N250 que atravessa Caneças. Dizer que é uma vergonha é pouco.
Rua Almirante Gago Coutinho
N8 (mas parece que vai ser intervencionada)

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@Sergio_Loureiro

A nova ponte ciclável sobre a Calçada de Carriche é exclusivamente da responsabilidade da CM Lisboa e não tem nada que ver com Odivelas (nem se destina a aceder a Odivelas).

Apesar de não estar no plano de rede ciclável, julgo que será para fazer uma circular norte: assim acede-se da Ameixoeira à Pontinha (nova feira popular) em 4 km vagamente planos: 15 minutos de bicicleta, quando de carro se demora 10 minutos (com sorte) e de metro quase 40 minutos.

https://www.google.com/maps/dir/38.7815479,-9.1689675/38.7660188,-9.1982679/@38.7802646,-9.1688953,1005m/data=!3m1!1e3!4m2!4m1!3e2

A ciclovia na Calçada de Carriche para ligação a Odivelas também está prevista.

Ver: Corredor Verde Periférico

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Ainda gostava de perceber como é que este senhor consegue andar a fazer a Calçada de Carriche com uma bicicleta de carga!

tenta descobrir e depois diz ao resto da malta… se calhar é elétrica?!

Está explícito no artigo que é eléctrica. A questão não é a propulsão, mas a segurança. Uma bicicleta normal é estreita que chegue para se desviar dum carro apressado que venha atrás, ou até para circular no passeio. Uma bicicleta de carga, não.

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A ponte é de madeira e vai estar exposta ao tempo, o que vai poder tornar problemática a sua manutenção. Quero lá saber se a ponte é mais bonita em madeira, se se arrisca a não cumprir a sua função básica!
Os únicos futuros beneficiados com a escolha da madeira são vendedores de produtos para a conservarem.
Se houver ali um dano maior, é provável que um peão ou um ciclista venha parar completamente desprotegido ao autódromo. Será que pessoal pensou no assunto antes? É que eu não conheço mais casos onde haja pontes de madeira com “autódromos” por baixo!

Não vejo nenhum problema na madeira. Se resiste nos Passadiços do Paiva, onde tens mais frio, mais calor, mais humidade, há-de resistir em Lisboa.

Metal e betão têm uma pegada monstruosa, é bom usar materiais sustentáveis.

Só não é particularmente bonita, também…

Os Passadiços do Paiva não resistiram ao fogo. Na Calçada de Carriche, ou melhor no Autódromo de Carriche é menos provável haver um incêndio, porque ao contrário dos Passadiços, a ponte não está no meio dos pinhais.

Pois eu e mais duas pessoas quase que íamos sendo mortos na passagem de ano lá. Aqui vai um relato que deixei num comentário uma publicação da GNR “Na passagem de ano, 0 mortos”

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Pois eu e um casal de russos, íamos sendo mortos na estrada na passagem de ano. É o que dá o Metro da Linha Amarela parar o trajecto no Campo Grande e não seguir para Odivelas. Táxis e Ubers nem vê-los!.
Tive de vir a pé do Campo Grande para a Póvoa S Adrião, onde moro, pela Calçada de Carriche, ou melhor, Autódromo de Corridas de Fórmula 1 de Carriche.
Não há alternativas, e as Câmaras Municipais de Lisboa e de Odivelas sabem-no bem :angry:
Na Calçada de Carriche, último lanço de passadeiras, ao fundo, nós os 3 atravessámos a passadeira a pé, no sentido Este => Oeste, com verde para os peões. No lado Oeste. quase a chegar ao fim, aparecem dois carros da baía, cujo semáforo da baía ficou verde, mas o semáforo da passadeira continuava verde para peões e VERMELHO para carros. Ambos DESRESPEITARAM o vermelho para carros da passadeira, o que constitui uma infracção MUITO GRAVE;além de terem cometido outra infracção, pois veículos não BUS, só podem usar aquela baía para fazer inversão de marcha.
Infelizmente não lhes conseguimos tirar a matrícula, tal a pressa com que eles arrancaram :angry:

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Alguns detalhes técnicos sobre a ponte ciclo-pedonal da Calçada de Carriche:

Calçada de Carriche tem nova ponte suspensa de madeira da Carmo Wood

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Será que era muito difícil rasgar um caminho de 560 metros por onde eu indiquei?

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Bom, assim de repente surgem-me 2 obstáculos: os terrenos são particulares e expropriar seria complicado (a.k.a. caro), e o outro é a diferença de cotas ser tão elevada que seria uma ciclovia muito pouco utilizada, por ter de se ir ao Alto do Chapeleiro e descer…

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Os terrenos são privados? Donde veio tal conclusão?

Não tenho certeza absoluta, porque não tenho acesso ao cadastro do local, mas pela observação do ordenamento do território “à volta”, (loteamentos) e da caracterização do terreno “não urbanizado”, apostaria bom dinheiro em como são terrenos privados.

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A mim, isso parece tudo baldio.

Grande parte dos terrenos privados em Portugal são baldios, onde não acontece rigorosamente nada.

Se não forem privados, era uma boa solução… se forem, acho também a expropriação uma medida imensamente injusto e tem que ser respeitada a vontade do proprietário. Na melhor das hipóteses o Estado podia comprar… mas um proprietário que não faz rigorosamente nada com os terrenos, muito dificilmente fará um negócio com eles.

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A linha que se vê na imagem numa posição aproximadamente horizontal são os restos duma muralha que portajava a entrada em Lisboa:

Vou realçar a muralha para se ver melhor:

Fotos antigas da muralha, antes de estar coberta de terra:

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Aliás o nome do Teatro da Malaposta deve-se mesmo a ali ter sido uma estação da “mala-posta”.

O facto de ter havido aí a dita muralha, aliado ao facto de ser um terreno grande árido e descampado, sem vegetação nenhuma relevante e de haver um morro de terra gigantesco encostado ao último prédio da Quinta das Lavadeiras (imagem abaixo), leva-me a presumir que o terreno é terra de ninguém.