Odivelas Cidade Europeia do Desporto

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Está explícito no artigo que é eléctrica. A questão não é a propulsão, mas a segurança. Uma bicicleta normal é estreita que chegue para se desviar dum carro apressado que venha atrás, ou até para circular no passeio. Uma bicicleta de carga, não.

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A ponte é de madeira e vai estar exposta ao tempo, o que vai poder tornar problemática a sua manutenção. Quero lá saber se a ponte é mais bonita em madeira, se se arrisca a não cumprir a sua função básica!
Os únicos futuros beneficiados com a escolha da madeira são vendedores de produtos para a conservarem.
Se houver ali um dano maior, é provável que um peão ou um ciclista venha parar completamente desprotegido ao autódromo. Será que pessoal pensou no assunto antes? É que eu não conheço mais casos onde haja pontes de madeira com “autódromos” por baixo!

Não vejo nenhum problema na madeira. Se resiste nos Passadiços do Paiva, onde tens mais frio, mais calor, mais humidade, há-de resistir em Lisboa.

Metal e betão têm uma pegada monstruosa, é bom usar materiais sustentáveis.

Só não é particularmente bonita, também…

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Os Passadiços do Paiva não resistiram ao fogo. Na Calçada de Carriche, ou melhor no Autódromo de Carriche é menos provável haver um incêndio, porque ao contrário dos Passadiços, a ponte não está no meio dos pinhais.

Pois eu e mais duas pessoas quase que íamos sendo mortos na passagem de ano lá. Aqui vai um relato que deixei num comentário uma publicação da GNR “Na passagem de ano, 0 mortos”

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Pois eu e um casal de russos, íamos sendo mortos na estrada na passagem de ano. É o que dá o Metro da Linha Amarela parar o trajecto no Campo Grande e não seguir para Odivelas. Táxis e Ubers nem vê-los!.
Tive de vir a pé do Campo Grande para a Póvoa S Adrião, onde moro, pela Calçada de Carriche, ou melhor, Autódromo de Corridas de Fórmula 1 de Carriche.
Não há alternativas, e as Câmaras Municipais de Lisboa e de Odivelas sabem-no bem :angry:
Na Calçada de Carriche, último lanço de passadeiras, ao fundo, nós os 3 atravessámos a passadeira a pé, no sentido Este => Oeste, com verde para os peões. No lado Oeste. quase a chegar ao fim, aparecem dois carros da baía, cujo semáforo da baía ficou verde, mas o semáforo da passadeira continuava verde para peões e VERMELHO para carros. Ambos DESRESPEITARAM o vermelho para carros da passadeira, o que constitui uma infracção MUITO GRAVE;além de terem cometido outra infracção, pois veículos não BUS, só podem usar aquela baía para fazer inversão de marcha.
Infelizmente não lhes conseguimos tirar a matrícula, tal a pressa com que eles arrancaram :angry:

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Alguns detalhes técnicos sobre a ponte ciclo-pedonal da Calçada de Carriche:

Calçada de Carriche tem nova ponte suspensa de madeira da Carmo Wood

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Será que era muito difícil rasgar um caminho de 560 metros por onde eu indiquei?

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Bom, assim de repente surgem-me 2 obstáculos: os terrenos são particulares e expropriar seria complicado (a.k.a. caro), e o outro é a diferença de cotas ser tão elevada que seria uma ciclovia muito pouco utilizada, por ter de se ir ao Alto do Chapeleiro e descer…

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Os terrenos são privados? Donde veio tal conclusão?

Não tenho certeza absoluta, porque não tenho acesso ao cadastro do local, mas pela observação do ordenamento do território “à volta”, (loteamentos) e da caracterização do terreno “não urbanizado”, apostaria bom dinheiro em como são terrenos privados.

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A mim, isso parece tudo baldio.

Grande parte dos terrenos privados em Portugal são baldios, onde não acontece rigorosamente nada.

Se não forem privados, era uma boa solução… se forem, acho também a expropriação uma medida imensamente injusto e tem que ser respeitada a vontade do proprietário. Na melhor das hipóteses o Estado podia comprar… mas um proprietário que não faz rigorosamente nada com os terrenos, muito dificilmente fará um negócio com eles.

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A linha que se vê na imagem numa posição aproximadamente horizontal são os restos duma muralha que portajava a entrada em Lisboa:

Vou realçar a muralha para se ver melhor:

Fotos antigas da muralha, antes de estar coberta de terra:

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Aliás o nome do Teatro da Malaposta deve-se mesmo a ali ter sido uma estação da “mala-posta”.

O facto de ter havido aí a dita muralha, aliado ao facto de ser um terreno grande árido e descampado, sem vegetação nenhuma relevante e de haver um morro de terra gigantesco encostado ao último prédio da Quinta das Lavadeiras (imagem abaixo), leva-me a presumir que o terreno é terra de ninguém.

Passei hoje de bicicleta na parte da entrada de cima para ver o grau de prontidão; não está pronta, ainda tem rede a tapar a passagem.
E tirei as seguintes conclusões:

  1. Dar com a entrada não foi acertar à primeira . Ao contrário da Calçada de Carriche que é praticamente linear, as ruas da parte de cima, são todas aos retalhos com casas a servirem de obstáculos. Eu vinha da Estrada do Desvio e virei para a esquerda em

para Rua Comandante Fontoura da Costa. E quando cheguei a https://www.google.com/maps/@38.7795344,-9.1639005,3a,75y,259.46h,89.13t/data=!3m6!1e1!3m4!1sZRONtOas-dlIsINYQD1pEg!2e0!7i13312!8i6656

vi que estava mal, voltei para trás.

Depois para virar à esquerda para a Rua Professor José Pinto Correia, em https://www.google.com/maps/@38.7811991,-9.1629812,3a,75y,5.6h,86.52t/data=!3m6!1e1!3m4!1svLLJF8yBgPFkmQdHWw7KKQ!2e0!7i13312!8i6656


, já que existe um sinal a proibir a viragem directa à esquerda, tive de entrar para a direita e fazer uma inversão-de-marcha esquisita.
ACTUALIZAÇÃO NO POST ABAIXO: 69

  1. Em https://www.google.com/maps/@38.7807134,-9.1635409,3a,75y,223.53h,83.19t/data=!3m6!1e1!3m4!1sltnWsoEs4VHhrJuklgwurA!2e0!7i13312!8i6656

é preciso entrar à direita para o passeio e fazer uma inversão de marcha. Alguns ainda se vão enganar e entrar nas escadas onde estão se vêem as pessoas em https://www.google.com/maps/@38.7806249,-9.1635866,3a,68.6y,291.2h,76.55t/data=!3m6!1e1!3m4!1sRJIEajq9Dk54kBhjDn1JiQ!2e0!7i13312!8i6656

e ALEIJAR-SE DE MANEIRA BEM SÉRIA

  1. O acesso é uma bela merda! É uma rampa BEM INCLINADA, que está com o piso todo rebentado em

— tive de levar a bicla à mão!

Não percebo o que a dita ponte tem de ciclável!

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Conclusão: mais uma brincadeira eco-pedo-ciclo via cara e que não serve para nada.

Começo a pensar se não é mais contraproducente este marketing verde e ciclável que só serve para gastar dinheiro do que lidarmos com os puros negacionistas e antis.

O cerimonial do “capital verde europeia” foi um bom exemplo: foi tudo de carro à cerimónia, na semana seguinte anuncia-se um novo aeroporto e o dobro dos movimentos aéreos na cidade.

Em Odivelas (capital do Desporto) muitos eventos e muito marketing. Experimentem andar a pé em qq freguesia de Odivelas, já nem falo de empurrar um carrinho de bébé ou cadeira de rodas.

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CORRECÇÃO AO POSTA ACIMA 67

Numa conversa com uma pessoa amiga que veio aqui ver a minha publicação e conhece o sítio, disse-me que não é proibido eu virar à esquerda ali.

Fui confirmar ao Google Maps:

e de facto vê-se um painel adicional com um símbolo de Veículos pesados de Mercadorias .

Hoje fui lá fisicamente confirmar e de facto tem lá o tal painel adicional com o símbolo de Veículos Pesados de Mercadorias; é o modelo 11e.

Como o painel quase que nem se vê, será que não eram melhores os sinais antigos, em que os símbolos apareciam como inscrições dentro do próprio sinal?

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Podes sugerir isso a quem de direito…

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Quanto ás infracções com descaradamente vermelho à circulação automóvel… Andam mais preocupados em buzinar ao ciclista do que a parar :roll_eyes:

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Chegou-me entretanto a notícia que abriram a Ponte Ciclo-pedonal da Calçada de Carriche.
:heart::orange_heart::yellow_heart::green_heart::blue_heart::purple_heart:
Tenho de ir experimentá-la.

Já lá fui confirmar hoje.
Apenas tiraram uma vedação lado dos prédios.
E não deve ter sido remoção oficial da vedação, deve ter sido alguém que a tirou.