Renovação periódica obrigatória da Carta de condução de veículos motorizados


(Sérgio Loureiro) #1

Defendo a renovação periódica obrigatória da Carta de condução de veículos motorizados com sujeição a exame de Código e de Condução, para evitar situações que tenho presenciado na estrada. E incluindo o que algumas empresas de transportes de autocarro fazem, com testes onde o futuro condutor está numa bicicleta a sentir a influência dos autocarros ao lado.


(Three) #2

Defendo a obrigatoriedade dos condutores de velocípedes com e sem motor serem detentores de uma licença de condução onde sejam sujeitos a uma avaliação onde demonstrem conhecer o código da estrada. algo que até ao momento demonstram claramente desconhecer como tenho presenciado na estrada!


(Cláudio Coelho) #3

Todos os encartados conhecem o código da estrada e temos centenas de mortes todos os anos e milhares de feridos. O problema não é dos velocipedes! Só não vê quem não quer ou não tem capacidade.


(Sérgio Loureiro) #4

Pois eu sou condutor e sou ciclista, consigo ver os dois lados do espelho. Claramente, vejo que quem parece desconhecer são os condutores de carros e não os ciclistas. Parece que ao nível dos carros o pessoal não sabe a lei do 1,5m nem a da não obrigatoriedade de circular em ciclovias!


(Sérgio Loureiro) #5

O problema é conhecerem o código DESACTUALIZADO. Ainda há dias uma pessoa me disse que falou com um taxista, amigo pessoal dele, que desconhecia a lei do 1,5m!


(Three) #6

Mais uma razão para justificar a inutilidade de um exame de código e condução periódico obrigatório a não ser alimentar a máquina fiscal !

A questão nem é essa, mas ao proporem medidas radicais inúteis não podem existir excepções.

Portanto quando circulam em cima de passadeiras, em contra-mão, de noite sem iluminação e violam os semáforos vermelhos demonstram perfeitamente o conhecimento do CE, certo ?

Portanto o taxista constitui um dado estatístico válido ? E para resolver isso toca a obrigar toda a gente a fazer exames pagos. Matar moscas com tiros de canhão!


(Rui Fonseca) #7

A esmagadora maioria das infrações de trânsito são cometidas por encartados.

Isto inclui os ciclistas. Não percebo porque é que se assume que os ciclistas não têm carta.


(Rui Fonseca) #8

É responsabilidade de quem conduz conhecer o código atualizado. O desconhecimento da lei não serve de desculpa. A maior parte de nós não tem curso de direito e temos de cumprir as leis à mesma.

O C.E. da estrada está disponível online e lê-se nas calmas em dois ou três dias. Não percebo como há tanto condutor que nunca leu o código da estrada.


(Sérgio Loureiro) #9

É precisamente o motivo pelo qual a renovação periódica obrigatória faz sentido. Mais de 99% dos encartados não conhece nenhuma lei do Código que tenha sido decretada DEPOIS de terem tirado a Carta!


(Three) #10

Esse argumento foi criado para ilibar o estado da sua falha de divulgação das leis às populações.

Pois, mas em boa parte dos casos temos de recorrer a advogados para as interpretar. Parecem ter sido criadas deliberadamente para especialistas.

:rofl: Para o grunho normal, entre perder 3 dias a ler o CE ou seguir os resultados do campeonato de futebol adivinha lá o que escolhem ?

Errado, mesmo obrigados vão esquecer tudo depois do exame. Mas o pior é que medidas dessas têm apenas como resultado encher os bolsos das escolas de condução. Vê os exemplos dos centros de inspecção auto e dos certificados energéticos!


(Joao Santos) #11

Típica afirmação inflamatória a que já estamos acostumados. Primeiro, a maior parte dos ciclistas adultos tem carta de condução, pelo que é desnecessário fazer um exame de código para a bicicleta. Lá fazer exames periódicos para mostrar o conhecimento do código, com o objectivo de manter a carta de condução automóvel, é outra conversa. Segundo, os ciclistas não prevaricam (os que prevaricam) por desconhecimento do código. Pelo contrário, como parte mais fraca, têm até tendência a manter-se mais informados que os condutores automóveis. Terceiro, as consequências de um condutor automóvel não conhecer o código da estrada não se comparam às de um condutor de bicicleta na mesma situação. Portanto… Enfim… É feliz assim!


(Rui Fonseca) #12

Por outro lado, algo que seria muito bem feito é para se tirar carta de automóvel ser necessário não só fazer exame num automóvel, mas em todos os meios abaixo do automóvel na cadeia alimentar.

Quem quisesse carta de automóvel deveria ter de fazer um percurso dentro da cidade a pé, de bicicleta e numa acelera 50cc.

Podia ser que ganhassem um bocadinho de noção. O 3 é um bom exemplo de alguém que nunca vai entender um ponto de vista diferente do dele enquanto nunca tiver de andar uns bons tempos de bicicleta e a pé numa cidade como Lisboa.


(Three) #13

É sempre inflamatório quando se responde na mesma “língua”.

Essas presunções infundadas não podem ser lei. É o mesmo que assumir que toda a gente tem telemóvel!

Por um lado afirma que os encartados não sabem o código para conduzir automóvel, mas para conduzir uma bicicleta já o sabem. Portanto temos aqui uma patologia veiculo-memoria.

Portanto para manter a carta de automóvel é preciso fazer exames periódicos, mas para bicicleta já não, muito coerente de facto!

COMPLETAMENTE FALSO. Aqui não existem santos, prevaricam e muito.O comportamento é o mesmo dos automobilistas, apenas mudou o veículo.

Tretas. Poderia aplicar a mesma filosofia aos condutores de pesados relativamente aos ligeiros. Essa tentativa de branqueamento das asneiras dos peões e ciclistas não pega. No fundo são todos farinha do mesmo saco só que umas vezes conduzem, outras andam a pé e outras de bicicleta.

Cadeia alimentar ? :rofl::rofl::rofl:

Que estupidez fenomenal. e já agora juntava-se um teste na centrifugadora e numa montanha russa, não ? E se calhar para um brevet teria de tirar um curso de mergulho, não? E para conduzir pesados devia tirar licença de patrão de costa! Hilariante :rofl::rofl::rofl::rofl:


(Joao Santos) #14

Está bem, está. A pegar num pedaço de uma frase deixando o resto de fora. O que Eu disse foi “Os ciclistas não prevaricam (…) por desconhecimento do código”. Não disse pura e simplesmente que os ciclistas não prevaricavam. Relativamente às bicicletas, os ciclistas têm uma tendência em manter-se mais informados do que os automobilistas, pois procuram informar-se porque é que lhes passam ou não razias, se podem, como devem ultrapassar, se podem andar nas bermas, etc. Existem excepções, como em tudo.

O Three, peço desculpa se estou errado, parece mais um membro activo de uma associação de defesa dos direitos dos automobilistas, da forma como imputa as culpas e faltas aos peões, ciclistas, etc. E a forma como defende a utilização de capacetes obrigatórios… Parece mesmo que é sócio/dirigente de uma tal associação que está aqui inflitrado apenas para “fazer estragos”! :slight_smile:

He he he!


(Joao Santos) #15

Mas afinal, quem é o 3? Desloca-se ou não de bicicleta como meio de transporte? Se não, o que está aqui a fazer? Há algo que eu desconheça e que toda a gente saiba? Afinal, quem é o 3? Além de um perfil anónimo que contraria tudo e todos neste forum apenas porque sim. É o comportamento típico de um “troll”.


(Rui Fonseca) #16

Não é troll, é só um petrol head.


(Sérgio Loureiro) #17

Cá para mim deve ser pago pelo Carlos Barbosa ou por alguém do ACP!


(José Miguel Ramos Modesto) #18

O 3 é alguém que vai trabalhar de carro e que acha que ninguém (inclusive o Estado) tem nada a ver com isso e que essa opção só a ele diz respeito. É mais alguém igual a tantos outros.


(Three) #19

Não sabes como vou trabalhar nem te diz respeito. Não estamos num estado comuna onde a vida privada dos cidadãos é controlada.
Entretanto betinhos que vivem à custa dos papás,(que lhes pagam as contas no final do mês), acham que podem mudar o mundo com reinvenções da roda!


(Three) #20

Isso é um insulto! Não preciso de ninguém nem nenhuma organização para exprimir as minhas opiniões. O vosso problema é não estarem habituados a serem contrariados!