Sinistralidade rodoviária


(José Miguel Ramos Modesto) #41

Pois… e se por cima dessa margem ainda tivermos em consideração a margem de erro dada pelos radares da polícia, o limite de velocidade em velocímetro dentro das localidades até acaba passando os 80 Km/h. Quando pensamos nisto, é fácil perceber porque é que tanta gente acelera e ninguém é multado.


(Rui Igreja) #42

Há 20 anos já era assim:


(Pedro Sequeira) #43

Isto é um à parte mas como já se estava a falar de bicicletas em excesso de velocidade (really? não chega já o Barbosa para estas conversas? ^^

“Não sei como pretendem reduzir o número de viaturas tornando a sua circulação mais lenta. Na esperança de que desapareçam ?”

Obviamente se por magia (ou tecnologia) todos os veiculos fossem limitados a 30 ou 40, ou mesmo 50km/h na cidade obviamente alguns iam “desaparecer”

Afinal de contas, o tempo de viagem é um factor na escolha do meio de transporte, tal como o preço p.ex., se a gasolina aumentasse 30% também seria de esperar algum “desaparecimento” ^^


(Rui Vilela) #44

Sobre sinistralidade, faço referência a um caso que vi na última sexta em C.Branco
Numa rotunda na cidade à noite. Um ciclista sofreu um acidente por toque por trás, mas nada de grave. Seguido de segundo toque por um segundo automóvel que não travou a tempo.
O acidente provavelmente deveu-se porque o condutor não se apercebeu a tempo da paragem do ciclista, mas este ciclista habitualmente circula sem qualquer luz (19h)… A PSP não realiza qualquer controlo e fiscalização. Não sei como se resolveu a situação. Mas este caso podia ter sido pior.
Há muita discussão sobre capacetes mas acho que há mais necessidade de reforçar o controlo para uso de luzes nas bicicletas.


(Three) #45

Parece quer certas pessoas teimam em não perceber que NÃO EXISTE ESCOLHA para muitos locais.
Por exemplo o novo polo da google em Oeiras, num dos parque empresariais que como sabemos são “excelentemente” servidos de transportes públicos vai colocar mais 500 automóveis na estrada, Mesmo que a gasolina aumente 30% torna-se uma questão de sobrevivência. Ou verás desempregados ou tendas junto ao local de trabalho.


(Herculano Rebordao) #46

(Luís Marques) #47

Quem não tem escolha, certamente que irá beneficiar de quem TEM, possa escolher outra forma de transporte.

O activismo que aqui se faz não é dirigido a quem, pelos mais variados motivos, não quer ou não pode prescindir do automóvel. Dirige-se a quem poderia prescindir, dadas condições.

Certas pessoas teimam em não perceber isso.

(Tu.)


(Pedro Sequeira) #48

ya 3 não sei qual é a confusão, eu até disse “algum desaparecimento”, e aqui o algum não quer dizer que em TODA A GENTE vão desaparecer algumas peças dos carros xD

mas sim, obviamente, que algumas pessoas vão optar por utilizar outros meios de transporte.

não são todas, não é o zé nem o manel, nem são algumas das que moram no sitio x e vão para o sitio y… simplesmente, algumas ^^


(Three) #49

Ok, parece-me justo :):ok_hand:


(José Miguel Ramos Modesto) #50

É sempre a mesma conversa de *****. Vira o disco e toca o mesmo. Farto de ler as mesmas ****** está ele, mas está-se a *****, não quer saber. Para a semana está a dizer a mesma coisa.

Porque ao fim deste tempo todo, ainda teima em não perceber que EXISTE ESCOLHA para ainda mais locais!


(Luís L Belard) #51

Suécia X Portugal
Não é futebol; é mesmo uma coisa importante.
Estou a citar de memória, mas tanto quanto me recordo a Suécia tem um número de habitantes muito semelhante a Portugal (10 milhões, mais coisa menos coisa) e tem, tal como nós, uma quantidade de veículos ligeiros um pouco acima dos 4,5 milhões. Quanto a transportes públicos também andamos ela por ela: à volta de 14 ou 15 mil veículos pesados de passageiros.
Ou seja, tudo muito parecido, mas infelizmente temos por ano e por 100 000 habitantes 5 vítimas mortais e não 3. A redução significaria menos 200 mortos.
E basta dar uma volta por este fórum, para se saber onde estão os problemas.


(Luís L Belard) #52

Este tópico é sobre sinistralidade rodoviária.
Os comentários sobre mobilidade serão todos muito válidos e interessantes, mas assim começamos a desviar-nos do assunto…


(Luís L Belard) #53

LOL. Esta vai fazer 2 anos no próximo 1 de Abril !


(Luís Pinto Silva) #54

Lembram-se da Lei n.º 72/2013, de 3 de setembro? O novo Código da Estrada foi então apresentado pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) como tendo como uma das linhas fundamentais “o reforço do estatuto do peão e do utilizador de bicicleta”.
Vejamos então qual o reflexo das alterações do Código da Estrada nas estatísticas de sinistralidade da ANSR, em particular as colunas “peões” e “velocípedes”.


Olhando para o total de vítimas, parece que houve um aumento de vítimas peões e velocípedes com o Código da Estrada que vigorou a partir de 2014 face aos anos anteriores.
Haverá um excesso de confiança dos peões e ciclistas quanto às novas regras das prioridades, por exemplo? Seja como for, é recomendável continuarmos a tentar sempre manter o contacto visual com o automobilista com que nos vamos cruzar.
Desculpem a qualidade da imagem. Dá para ver qualquer coisa abrindo noutro separador. Está na página 14 do último relatório mensal da ANSR.


(Luís L Belard) #55

Não vi dados mais recentes, mas veja os de 2014:
“…nos primeiros cinco meses do ano, as autoridades registaram 23 atropelamentos causados por ciclistas, mais 13 do que no mesmo período de 2013.
A Polícia multou mesmo um ciclista por circular em velocidade excessiva, dois por circularem sem mãos no guiador ou pés nos pedais, 27 por não terem documento de identificação, dois por… … a maioria dos incidentes acontece em passeios - onde a circulação é proibida às bicicletas - e deve-se ao excesso de velocidade”.
Ou seja, contrariamente ao que o ZeM aqui diz e o que afirma pmmsanches em 23 Janeiro 2018, podem exitir multas por excesso de velocidade para ciclistas.
(informação em sol.sapo.pt de 08 e 18 Jun 2014)


(Pedro Sanches) #56

Gostava de ver esses autos para perceber qual a velocidade a que circulavam os ciclistas e quais os limites das vias onde circulavam.


(Three) #57

Se calhar são mentira !


(Pedro Sanches) #58

Podem ser, podem não ser. Só estou a dizer que gostava de saber se circulavam ao 54 km/h numa via de 50 km/h ou a 37 km/h numa zona de coexistência.


(Three) #59

Qual a velocidade máxima num passeio ?


(Pedro Sanches) #60

Não é. Mais uma razão para ser pouco inteligente falar-se de “excesso de velocidade”. Se quiseres falar de “velocidade excessiva” até aceito. Mas para isso é preciso que percebas a diferença.