Ciclovia Belém-Álges? Em Lisboa


(Nuro Carvalho) #1

Querem lá ver…?!


(Three) #2

Devem ser parte das soluções de mobilidade do Isaltino para os parques empresariais do concelho. Problema resolvido :smiley:


(Nuro Carvalho) #3

O Isaltino tem tanto poder, mas tanto… Que já faz obras nos concelhos vizinhos!


(José Miguel Ramos Modesto) #4

Aquilo é concelho de Lisboa!


(Three) #5

Mas acaba em Oeiras…


(Pedro Sanches) #6

Supostamente vai acabar ali na zona do NOS Alive. Dali para a frente existe o pseudo-pedo-ciclo-passeio ciclável, esse sim já em Oeiras.


(José Miguel Ramos Modesto) #7

Mas se é concelho de Lisboa que tem o Isaltino a ver com aquilo?
Ainda por cima toda a gente sabe que o Isaltino só vê carros à frente. Ouvir falar em mobilidade suave ou em transportes públicos é mentira… mas túneis rodoviários está bem.

Ao que sei a fronteira é a rotunda que dá acesso à CRIL. Ou seja, não chega ao local do NOS Alive.


(Ana Sousa Pereira) #8

As marcações indicam que vão colocar a ciclovia no pior sítio, do lado do rio, entre o passeio estreito e os carros estacionados, com as menores distâncias de segurança e com vários pontos de conflito em cruzamentos e na rotunda - e sendo bidirecional tudo é ainda mais grave. Do lado da linha haveria zero pontos de conflito e não punha os peões a sair e entrar dos carros atravessando a ciclovia. Zero não, mas quase, bastaria 1 passagem frente ao centro Champalimaud, óptima oportunidade para acalmia de tráfego automóvel. @core, vamos tentar falar com a CML antes das pinturas?


(José Miguel Ramos Modesto) #9

Eu discordo que seja o pior sítio, aqui até acho que é dos sítios onde faz sentido uma ciclovia bidireccional, porque grande parte da malta que usa a bicicleta naquele eixo diariamente usa o túnel da estação de Algés.


(Ana Sousa Pereira) #10

Sim, pode ser bidirecional, mas não faz sentido fazê-la do lado do rio quando do lado da linha não há conflitos.


(José Miguel Ramos Modesto) #11

Existiriam sempre os dois que falámos, a ligação à ciclovia já existente, e o acesso ao túnel da estação. E a mim parece-me sempre que é mais fácil negociarmos as passagens do nosso lado quando nessa passagem o automóvel está a virar. Aquela é uma via de distribuição, e aí os condutores têm a tendência a não dar passagem a ninguém (especialmente bicicletas).
Esperemos que exista algum tipo de acalmia de tráfego e que as passagens para bicicletas estejam com a mesma cor que a ciclovia.


(Pedro Sanches) #12

Talvez possamos incluir esse tema na próxima reunião com a CML. @_Direccao