Capacete e ciclista urbano: usar ou não usar?


(Aónio Eliphis) #472

Também gosto de ser troll de vez em quando!


(Three) #473

O problema tem de ser resolvido na origem. Porque razão se autoriza a criação de empresas em locais sem condições de acesso para os seus trabalhadores e com impacto mensurável na envolvente ? É fácil mandar utilizar os TPs mas quando por exemplo o metro anda sobrelotado e temos de esperar que passem 2 ou 3 composições para conseguir entrar ou quando suprimem barcos na travessia do Tejo que medidas se devem tomar ? Proibir carros ? Muito inteligente de facto ! Preocupam-se todos com o espaço público mas esquecem-se de quem não tem recursos para viver nesse mesmo espaço mas tem de sobreviver no dia a dia de alguma forma!


(Luís Marques) #474

Se ao menos completasses o raciocínio, 3.

Aqui ninguém quer proibir carros. Isso é impossível, porque eles são úteis e necessários. Contudo, são verdadeiramente úteis e necessários em números MUITO MENORES que os actuais.

O que aqui se defende é mais e melhores alternativas para as pessoas, sob a forma de TP e mobilidade suave, de modo a que as pessoas não precisem de entupir a cidade com o carro pessoal.

O nosso activismo pode parecer anti-carro, mas apenas porque a nossa perspectiva do mesmo é mais global. O metro estar sobrelotado, suprimirem barcos, pagar muito por um mau serviço é chato e ridículo? Olha, também é passar 90 minutos por dia em filas no trânsito, ocupar 8 horas por dia espaços que podiam ser parques ou casas, poluir o ambiente, e pagar quase metade do ordenado por isso.

Infelizmente, ficas como de costume bloqueado nas lamúrias de não-há-alternativas-tem-que-se-usar-o-carro-adeus-tenho-dito.


(Three) #475

É muito mais do que chato e ridículo, é impraticável tal como ficar 90 minutos em filas dentro do carro! Afinal porque colocam esses locais dentro das cidades? Mesmo quando os colocam fora o resultado é o mesmo e aparecem aberrações como o Tagus Park ou o Lagoas Park.

Quanto à alternativa de construir casas em locais se estacionamento, só posso rir. Aumentar a densidade populacional sem meios de locomoção é asneira da grossa! Foi assim que a IC19 ficou como está!


(Luís Marques) #476

Eu começo a pensar que não me consigo expressar bem, uma vez que só apanhas sempre parte do argumento.

Com base no que disse anteriormente, o que te faz pensar que eu pretendo propôr usar espaço horizontal e vertical de estacionamento para alojamento sem a concomitante e necessária infraestrutura de transportes?

Começa a ser demasiado esforço para te responder, sinceramente.


(Three) #477

Penso que ficou bem claro…


(Luís Marques) #478

Claríssimo.


(Nuro Carvalho) #479

Ditto. Tal qual…


(Nuro Carvalho) #480

Totalmente de acordo… Verdadeiras aberrações!


(Nuro Carvalho) #481

Don’t feed the troll… :slight_smile:


(António Santos) #482

Então cuidado. Em Braga. Despiste. Ela saiu ilesa. Ele 20 anos, traumatismo cranio-encefalico. Em Espanha. Um morto encontrado a 300 m. Um ferido grave com traumatismo cranio-encefalico. Tem o quê?


(Rui Fonseca) #483

Este comentário é a coisa mais irónica que já vi.

Primeiro critica a comparação de alhos com bugalhos, e imediatamente a seguir compara a instalação de extintores com o uso de capacetes.

Este Three, é um génio. Na cabeça dele. Chama-se efeito Dunning-Kruger, superioridade ilusória. Acontece por causa do paradoxo que é uma pessoa avaliar a sua própria competência.

Para se avaliar a competência de alguém, é preciso ser-se competente. Pessoas incompetentes tendem a avaliar mal a sua própria competência, geralmente, sobrestimando-a. É o que acontece com este utilizador, ele acha que é mais esperto que os outros porque as suas limitações impedem-no de se aperceber dessas mesmas limitações.


(João Almeida) #484

Um vídeo recente: https://www.youtube.com/watch?v=RWhMEkMtLy0


(João Almeida) #485

(João Almeida) #486

Artigo deste ano:


(João Almeida) #487

Um artigo de opinião:

E uma resposta a esse artigo:


(Joao Santos) #488

“Helmets would not have helped cyclists in most high-energetic crashes, especially when motor-vehicles or trains were involved.”

Talvez pudessemos aqui utilizar o exemplo espanhol, onde os capacetes são obrigatórios fora das localidades, onde as bicicletas convivem com automóveis a mais de 90 km/h ou circulam a velocidades mais elevadas e em terrenos mais acidentados (e.g. BTT). E, já agora, que os automóveis tivessem autorização legal para passsar a faixa contínua para ultrapassar uma bicicleta. Não é que já não o façam, mas pelo menos, poderiam fazê-lo dentro da lei. Mas para isso, faltam “tomates” aos decisores políticos portugueses. Somos fracos… Ou então os representantes dos utilizadores de bicicletas ainda não possuem força suficiente para constituirem um grupo de pressão (vulgo, lobby) eficiente.


(João Almeida) #489

(Aónio Eliphis) #490

vês @antoniopedro a vantagem de trazer um bom debate para o público? Vê o número de vistas:


(José Miguel Ramos Modesto) #491

Eheheheh oh @Aonio_Lourenco, acho que a malta entre neste tópico é já de balde de pipocas na mão a ver o que é que se passa :sweat_smile: