Eheheheheheh, querem ver que a Opel lançou carros com características diferentes na AML e no resto do País???
Olha, não se trata de amuar, mas tu assumes de forma tão permanente uma postura tão merdosa, que as pessoas não podem simplesmente deixar de chamar atenção para as merdas que dizes… sobretudo quando são falsas.
Tenho um Opel, com GPS, que, ao contrário do que tu dizes (e até enumeraste a marca e tudo…) permite manipular o respectivo em qualquer altura. Não existe sequer qualquer tipo de diferença, ou restrição no manuseio, entre estar parado ou com o carro a andar. E faço o mesmo com o Google Maps!
Pah, o carro foi comprado na “bolha” da AML… queres ver que a Opel comercializa carros diferentes na AML e no Oeste?
É hoje, 5 de Maio, o “Dia Mundial do Trânsito e da Cortesia ao Volante” (e ao Guiador, já agora…).
E "informa a Divisão de Trânsito e Segurança Rodoviária do Departamento de Operações da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública:
Cerca de 89,5% dos peões feridos e 63,9% dos peões mortos verificam-se em acidentes ocorridos dentro das localidades e resultam, na generalidade, de atropelamentos”. Jornais digitais de hoje
Correcto @anabananasplit
Li em tempos que a própria palavra “peão” é uma forma pejorativa que o marketing da indústria encontrou para denominar a “pessoa que anda a pé”. Aliás, foram buscar o termo militar “peão”, que eram os soldados do povo que na idade média combatiam a pé, em contraste com os nobres que combatiam a cavalo. Aliás, no Xadrez o peão é dispensável e descartável. Convinha passar a usar “caminhantes” ou como no Brasil “pedestre”.
Peões eram soldados de infantaria. na idade do bronze e no império romano a infantaria era a força militar por excelência. Não queiras comparar com o degredo estratificado e bárbaro da idade média.
Pareces saído do bloco de esquerda a querer proibir vocábulos com fundamentação idiota!
Mais uma vez usas a falácia do espantalho. Desde quando falei em proibir? De facto foi a indústria automóvel que usou técnicas de naming para associar peão a saloio ou pacóvio.
Um leigo que olhe para esses gráficos será compelido a pensar que no séc XIX eram todos saudáveis e ninguém morria de doenças cardiovasculares nessa época o que é claramente falso. Importa pesar os benefícios introduzidos pelos automóveis (sim, nem tudo foi mau) versus impactos na saúde.