Porto: Nova rede de ciclovias

Alguns imagens recolhidas este fim-de-semana:

Rua Leonardo de Coimbra

↑ O solo nesta parte está em péssimo estado, como se pode também ver na próxima imagem.

↑ Depois, segue pelo jardim, onde é partilhada com peões, até à passadeira em baixo, perto do lavadouro.


Largo do Carvalhido

↑ Talvez ainda esteja em desenvolvimento, mas parece-me que pode ser problemático.


Ruas dos Castelos

↑ Esta passadeira será mais segura com a ciclovia (assim que se lembrarem de não estacionar em cima dela)!

Em frente, há uma ciclovia que passa pelo final da Constituição, e à direita (depois de seguir mais à frente), outra que passa por cima da VCI pela Avenida de Xangai.

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No Carvalhido ou metem pilaretes ou fica tudo tudo na mesma. Na R. dos Castelos também têm de colocar para impedir o acesso a esses carros parados.

Gostei do pormenor em L. Coimbra terem fechado o acesso automóvel a um dos lados do triângulo ajardinado colocando-o apenas de um lado.

Para alem da falta de pilaretes,o estado do piso é um problema grande para as pessoas poderem circular em segurança nas ciclovias.
De todo o modo é sempre bom ver se retirar espaço automovel para as bicicletas…

A segunda, 2/11/2020, 15:06, Diogo Terremoto via Fórum da MUBi <[email protected]> escreveu:

Esse acesso ao início da ciclovia de Leonardo de Coimbra precisava de uma baía de protecção. Imaginem querer entrar na ciclovia e negociar com automóveis nos dois sentidos.

Da mesma forma, estas ciclovias bidireccionais criam vários problemas se quisermos aceder a ruas à direita. Claro que eles não pensaram nesses pormenores.

@inespascoal, @mrbaptista, @Rui, @veralvespdiogo, @joaobrandao
já merecia um post nas redes sociais estes trabalhos da CMP de novas ciclovias!

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Na minha opinião está ficando muito bom!

Então, como mencionei me mudei no começo do ano do Rio de Janeiro. Por lá, temos o VLT Carioca, que é bastante parecido com o Metro em seus trechos de superfície. Muitos ciclistas utilizam os carris porque a avenida mais movimentada do Centro, a Av. Rio Branco, foi tornada pedonal com circulação exclusiva para o VLT, pedestres e ciclistas, mas somente em um trecho; no restante da avenida os ciclistas utilizam os carris.

Por um lado, não há liberação explícita (isto é, o sinal azul e branco de circulação de velocípedes autorizada); por outro, também não há proibição explícita (isto é, o sinal branco e vermelho a proibir a circulação de velocípedes). Há dois túneis na rede do VLT e somente nestes há os sinais de proibição, de forma que entendo que implicitamente o uso das bicicletas nos carris está autorizado. De fato, há centenas, quiçá milhares de utilizadores diários, incluindo triciclos de carga que são comuns no Rio.

No começo, quando o serviço foi recém inaugurado, a polícia tentava impedir a utilização dos ciclistas, mas depois eles desistiram.

Fiz este pequeno vídeo quando morava por lá, com dicas para ciclistas para evitar quedas nos carris:

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Muito bom!
É de facto a única hipótese que vejo que manter os 2 sentidos de trânsito e não ir para cima do passeio.
Receio é que seja uma solução muito avançada para uma reação positiva da câmara. Como disse o João, não custa tentar! :slight_smile:

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Bom, como mencionei no relato, se não fizerem nada / não impedirem pode já ser o suficiente, se tiver ciclovias nas duas pontas os ciclistas que não estejam se a se deslocar esportivamente naturalmente a utilizarão. Eu mesmo já pedalei nos carris do eléctrico com minha filha na cadeirinha algumas vezes.

[]s

Desculpem, mas neste caso tenho de concordar com o Sérgio. Uma ciclovia no meio de carris só pode ser considerado opção num caso limite, e nem sequer acredito que este seja um desses casos.

Por muito incómodo e perigoso que seja circular na marginal, não vou trocar o asfalto liso desse piso por metro e meio de largura em empedrado, circulando entre carris e obrigando-me a desviar de eléctricos ou ciclistas em sentido contrário. Simplesmente, não é uma solução viável.

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Daniel, eu também não trocava o asfalto por essa opção. Mas conheço muito boa gente que trocava, porque não se sente segura no asfalto. E como sabemos, o utilizador de bicicleta pode optar por ciclovia ou estrada, o que significa que havendo as duas opções, nós podemos continuar a ir pelo asfalto e quem preferir ir pela linha do eléctrico por se sentir mais seguro poderia fazê-lo.

De qualquer forma estamos apenas a discutir opções e a teorizar. A ver vamos qual é a ideia da CMP para estes troços :slight_smile:

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A ideia é a MUBi Porto fazer os posts (sobre o q se passa no Porto), e a página geral da MUBi depois partilhar.

Eu, pessoalmente, não tenho acompanhado mt do q está a acontecer no Porto.

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Se houver uma ciclovia disponível fora da estrada, não sou obrigado a circular nela?

Não, não és :slight_smile:

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Pronto, já podes contrapor aos condutores nervosos que sistematicamente nos mandam para a ciclovia :wink:

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Na minha opinião, depende. Se for uma ciclovia dedicada, segregada, com pilaretes, no limite com um novo viaduto paralelo ao Viaduto do Cais das Pedras, porquê não? Sonhar não custa nada.

Mas, na realidade, se fizerem um mero ciclocarimbo / sharrow como é frequente em locais que não tem tanto espaço de sobra (nem verba / boa vontade para resolver o problema de forma mais efetiva), sem segregação efetiva, tendo que optar entre múltiplas razias em potencial a cada minuto ou deixar um eléctrico passar a cada quarto de hora, sigo pelo carris, sendo explicitamente permitido ou não. :wink:

[]s

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é uma conversa antiga… eu por acaso acho que como o RST tem prioridade na hierarquia, se tiveres um problema na estrada com outro veículo uma seguradora pode alegar que tinhas de ir pela ciclovia. É um tema que divide muito a nossa “comunidade”.

By the way, o Polígrafo infelizmente engana-se muitas e demasiadas vezes… ainda este ano lançou um artigo que dizia que o capacete era obrigatório nas bicicletas elétricas e depois de serem bombardeados lá foram ver melhor e corrigiram.
Como aqui não nos dá jeito que se levante demasiado o tema, deixa ver se pega… mas juridamente, nao sei.

Com sotaque do nuorte:

Só tem uma gralha, pois não há marcas horizontais para o tema de marcação de ciclovias.

Parecer da MUBi:

«Por outro lado, lamentamos a oportunidade perdida para a harmonização com o Código da Estrada no que respeita à utilização de “pista reservada a velocípedes”. Quando o Código da Estrada, no artigo 78º, estabelece a sua utilização como preferencial e não obrigatória, o RST mantém, em incongruência, um único sinal para a sua identificação, o D7a, com significado de obrigatoriedade.»

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Bom dia.
Queria só alertar para esta notícia, que não é verdadeira e coloca em risco todos os utilizadores deste percurso. Na verdade, ao contrário do que a CMP anuncia, a obra na rua de Monsanto ainda não está concluída — nas entradas para a rua, a ciclovia (que, para já, está só pintada no chão) não tem sinalização vertical nem pilaretes, o que leva os automobilistas a circular na mesma. Na prática, isso significa que um carro que vire à direita para essa rua não tem qualquer aviso de que pode acertar de frente num ciclista que esteja na ciclovia a circular em sentido contrário.
Tendo lido a tal notícia, tinha planos de percorrer toda a ciclovia mas acabei por ter de saltar para o passeio nessa rua para evitar ir, na prática, em contramão :frowning:
Não entendo qual a pressa em anunciar uma obra como pronta, de certeza que bastava esperar mais 3 dias para ser verdade e não nos pôr em situações desagradáveis (como depararmo-nos com um carro a 50km/h na ““ciclovia””).

A foto é de uma das entradas na rua de Monsanto.

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Obrigado pelo aviso. De facto, essa faixa da direita já devia de estar bloqueada, já que o sentido oposto da imagem tem vários sinais de proibição. É esperar alguns dias e ir com cuidado nessa zona.

Passei lá ontem para ver a situação e confirmo que é precisamente isso que está a acontecer. Além disso, os automobilistas continuam a ignorar a sinalização de sentido proibido (por hábito e distracção). Aliás, para eu próprio circular em segurança, também tive de ignorar essa sinalização. Mas imagino que esteja tudo resolvido até ao fim da semana.

Entretanto, já instalaram pilaretes na Praça do Exército Salvador, mas aquela zona está demasiado confusa: faltam indicações sobre a continuação da ciclovia para a Rua da Prelada (podia ser resolvido com sharrows ou uma linha pintada no asfalto) e já estou a prever muitos problemas com ganchos à esquerda naquela zona. Seria importante que a MUBI informasse a CMP sobre esta situação.

Na Rua da Constituição, já há linhas pintadas entre a Antero de Quental e Serpa Pinto e, segundo as tabuletas informativas, a ciclovia estará pronta até sexta-feira.

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Confirmo, ontem também passei por la.

Curioso que, entrada da rua de Monsanto, onde já existe a ciclovia propriamente dita, foi “interpelado” por um condutor, que me disse “quero ver quando estiveres aqui!”, que só posso entender que ele estava a descarregar a raiva que tinha por estar parado no transito e eu a fluir sem qualquer problema :smiley:

Ainda assim, o caminho após o cruzamento do carvalhido parece-me um pouco estranho, tendo em conta que uma pessoa parte de uma ciclovia unidirecional (já com pilaretes) e depois segue em frente numa rua com um alto declive, com só uma faixa de transito para cada sentido, incentivando ultrapassagens jeitosas.

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