Porto: Nova rede de ciclovias

Tens na Maia, sei que pelo menos querem fazer uma circular na cidade da Maia, outra na vila do Castêlo, assim como várias ciclovias incluindo um ecocaminho pelo Leça a ligar 3 municípios (Matosinhos, Maia, Valongo)

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Tenho de experimentar quando (e se) forem feitas.

Mas referia-me mesmo ao município do Porto, apenas.

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Já há qualquer coisa perto da FLUP.

Não sei se a obra está concluída, mas precisa de, no mínimo, uns pilaretes com reflectores. Os carros entram com alguma velocidade na curva e facilmente trespassam a ciclovia. Não que esses pilaretes protegesse quem lá circula, mas pelo menos dá alguma visibilidade. Idealmente seria uns segredadores como estes, ou uma passagem elevada, como os passeios.

Outro problema que me parece relevante é a ligação deste trecho com a ciclovia do Bom Sucesso. Por enquanto é simplesmente inexistente. Vamos aguardar.

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Como inexistente?
“Remata aqui no passeio, eles desenrascam-se como quiserem, e continuam ali à frente já do lado de lá do cruzamento.”, parece que até estou a ouvir :grin:

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Portanto, a “ciclovia” até à Rotunda continua pelo passeio, pelas passadeiras no cruzamento e, novamente, pelo passeio? Que génios.

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Mais ou menos, a ideia parece ser continuar pelo passeio e entrar mais à frente numa via.

A pior situação é entrar na ciclovia segregada do Bom Sucesso. Na imagem em baixo não aparece, mas existe uma (recente?) passagem para peões e velocípedes, no lugar daquela manobra à esquerda da imagem. É necessário parar no meio da via (idealmente mais à esquerda para que não seja ultrapassado, metendo-me na diagonal/horizontal para bloquear o caminho), sinalizar, e esperar que o sentido oposto esteja livre.

Mas tudo isto tem um lado muito positivo. Depois de andar de bicicleta no Porto, ficamos aptos para andar em quase todas as cidades do mundo. Obrigado Rui Moreira!

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Sim, esse sarilho seria facilmente evitável com uma ciclovia bidireccional. Imaginam alguém a fazer a manobra de entrar nessa ciclovia e circular durante 150 metros para depois virar no entroncamento à direita? Ou para aceder ao shopping? Claro que não.

É bom que ponham pilaretes junto da FLUP. Ir em sentido oposto ao trânsito naquela zona sem eles é não ter amor à vida…

E no caminho para a FAUP tb. Ali é estacionamento selvagem all the way, pinturinhas não vão chegar.

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Infelizmente, este é mesmo o plano “pop-up” da CMP para esta ciclovia. “Não há espaço” para a ciclovia bidireccional desde a saída na Gonçalo Sampaio até à chegada à FLUP, por isso a solução é ir pelo passeio… horrível.

A única coisa a favor é que nos disseram que sabem que é um constrangimento e que no futuro querem oficializar este troço e fazer algo melhor, mas vai implicar obras no local e apenas poderá ser feito mais tarde. Para “pop-up” é isto que vamos ter.

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Já sabemos o que significa “no futuro” para esta Câmara. Ou seja, vai ficar assim para sempre.

Claro que não há espaço para uma ciclovia bidireccional, mas qualquer solução seria melhor do que um troço no passeio. Eles nunca ouviram falar em zonas 30? E porque é que estão obcecados com as ciclovias bidireccionais?

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Concordo que não percebo a fixação com as ciclovias bidireccionais e que o troço no passeio não faz sentido nenhum. Mas honestamente, olhando para a zona, é-me difícil imaginar uma solução lógica para atravessar de Gonçalo Sampaio para a FLUP que não implique obra. Tu consegues imaginar alguma? Pergunto honestamente, porque se tiveres alguma alternativa em mente eu adorava ouvir. Já passei algum tempo a pensar nisto e não me vem nada à cabeça.

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Por acaso há alguma novidade acerca da ciclovia que liga o polo da Asprela ao centro da cidade? Na notícia que saiu no público, dizia que a obra estaria concluída até dia 30 Setembro, mas até ver não há qualquer tipo de início naquela zona.

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Também passei lá sábado e não vi nada de novo.

Aliás, as “ciclovias” existentes nessa zona são bastante más. Não são seguras. É tinta no chão, que, para agravar ainda mais, estão a desaparecer com a erosão dos elementos.

A da Rua Dr. Plácido da Costa (atrás do Hospital São João) é uma piada. Em toda a sua extensão, existem várias rampas sem qualquer tipo de sinalização ou aviso. E à noite não há iluminação, não se vê nada. Para mim isto é claro: quem esteve envolvido nesta obra nunca usou uma bicicleta para de deslocar.

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Não há solução e mesmo com obra será difícil.
Mas não me choca que não haja ciclovia até à Flup. São apenas alguns metros desde o fim da ciclovia de Gonçalo Sampaio até à FLUP, pode se fazer esse caminho a pé.
A vantagem de ir de bicicleta é tb podermos ser flexíveis. Pode se perfeitamente desmontar, caminhar um pouco e montar outra vez.

Se for só para ir até FLUP ok, se calhar não vale a pena pensar em outros voos, mas atenção que aquele percurso é muito interessante para aceder à zona da FAUP, daí poder voltar para o campo alegre ou inclusive (no médio/longo prazo) pensar numa inserção urbana de jeito que permita fazer a ligação à ponte da Arrábida e ligação para sul.

Não percebem a ideia das ciclovias bidireccionais? Parece me muito evidente. A perspetiva de desenho do espaço público continua a ser centrada no carro, mesmo quando se trata de desenhar espaços para outras formas de mobilidade ou espaços pedonais. Nesse espírito não acham que “faz sentido” pensar em um espaço e não em dois?

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Exacto. Basta pensar nas placas dos estacionamentos para motos que dizem “1 lugar”, apesar de nesse “1 lugar” ser possível estacionar 4 ou 5 motos. Não conseguem perder uma visão centrada no automóvel e nem sequer têm noção disso.

Apesar de preferir uma ligação directa por motivos óbvios, agrada-me bastante ver essa perspectiva.

Ando de bicicleta há algum tempo, mas foi só à pouco que a vi como uma evolução do andar, e não como um tipo de máquina, ou seja, uma espécie de carro.

Vê-se pouco essa atitude flexível na estrada, incluíndo nestes circuitos. Mas sendo a bicicleta uma minoria e objectivamente mais apta à locomoção de pessoas dentro das cidades, compreende-se o porquê dos ciclistas serem “chatos”.

Todos temos (mais ou menos) as mesmas necessidades de mobilidade. Infelizmente, quem não usa o carro, não as consegue resolver por causa de decisões políticas, sentido-se injustiçada, querendo assim protestar. Como dizia a minha avó: “quem não chora não mama”.

É necessário tornar o espaço público realmente público: para todos. Não querendo fugir ao tópico, pergunta retórica: até que ponto devemos de ser flexíveis na relação com o espaço público?

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Até à FLUP acho que não há problema, sinceramente. Aquele cruzamento é mm muito complicado.
Da FLUP até à FAUP/zona do teatro do Campo Alegre/estádio universitário, justifica-se uma ciclovia, à custa do estacionamento selvagem nessa zona.

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Não sei se aquele cruzamento é mais ou menos complicado.
O que não tenho dúvidas é que a solução de passagem (FLUP/Bom-Sucesso) não se faz com tinta e delimitadores.
São opções.

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O plano é ligar até ao CDUP, e se o Porto quer falar numa rede ciclável não pode mandar um ciclista desmontar numa parte do troço.

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