Trotinetes elétricas em alternativa aos veículos tradicionais

Uma solução verde!

Muito melhor que andar de carro, mas depende de onde é a energia produzida.

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Andar a pé é um veículo tradicional?

Des anciens piétons. Reste enfin une question, que chaque usager se pose peu, que les municipalités négligent parfois, mais qui est essentielle lorsqu’on s’intéresse aux transports : comment auraient été effectués ces trajets en absence des trottinettes ? Réponse : 47% à pied, 29% en transport en commun, 9% à vélo. Et seulement 8% en taxi ou en voiture avec ou sans chauffeur. La trottinette ne sert donc pas à vider la ville de ses voitures, contrairement à ce qu’affirment les opérateurs. 6T précise toutefois qu’ « à l’échelle collective, l’impact des trottinettes en free-floating sur la part modale de la marche et sur celle des transports en commun est extrêmement marginal » .

Engraçado que esse argumento foi totalmente desconsiderado no que concerne às bicicletas partilhadas da CML, as GIRA. Mais uma vez eu não desconsidero os teus argumentos @jmpa pois acho que são válidos, vejo é, mais uma vez, cherry picking de acordo com um cariz ideológico.

Levantou a @MUBi ou mesmo tu, preocupações com o facto de que as GIRA da CML na prática terem retirado utilizadores aos transportes públicos e à pedonalidade? Conheces alguém que tivesse largado o carro particular e tivesse passado a usar as GIRA?

Ou as GIRA são boas porque são públicas e as trotinetas são más porque são privadas?

Lol, estou-me a meter contigo, precisamente por me acusares de defender uma ideologia, quando ficou demonstrado por exemplo na discussão sobre a Uber, que é a tua vertente liberal que te impede de reconhecer os problemas que estas plataformas criam.

E mais uma vez estás a comparar trotinetes com bicicletas, como comparaste ride-hailing com bicicletas, quando todas elas são coisas distintas. Trotinetes não são mobilidade activa. Uma pessoa deixar de pedalar para passar a andar de trotinete é mais prejudicial que uma pessoa deixar de andar a pé para passar a andar de bicicleta, seja ela uma GIRA ou uma JUMP. Não mistures tudo no mesmo saco.

Nunca neguei que essas plataformas não tivessem problemas. Apenas as comparo com a situação atual, em que praticamente cada um tem um carro.

Ok, mas também te apanho aí nas tuas incongruências. Então, que te parecem as JUMP da Uber? O que é melhor para ti: as GIRA ou as JUMP?

Nunca negaste? Até uma simples tabela te recusaste a aceitar: A manha tuga de retirar os filtros de partículas

Não sei, nunca experimentei, nem comparei os investimentos e serviços de uma e de outra. Mas diz-me tu, as GIRA são más só porque são públicas?

Eu não recusei tabela nenhuma, contestei apenas a interpretação da mesma. E não, nunca disse que sistemas como a uber eram a panaceia para os problemas da mobilidade.

Do ponto de vista da mobilidade, o sistema Gira é bom e o sistema Jump também é bom (diria que é melhor porque não tem as restrições das docas). O sistema Gira consome dinheiro aos contribuintes e o sistema Jump não consome dinheiro aos contribuintes.

Consome sim. A Uber não constrói e/ou pavimenta ruas e calçadas, não regula o transito, não regula bicicletas, paga guardas e oficiais de transito, não constrói nenhum tipo de infra-estrutura só lucra em cima do que o contribuinte paga pra ser construído.

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@tsaldanha certo, concordo que a uber não constrói infraestrutura. Mas qualquer empresa de camionagem, autocarros, logística rodoviária, táxis, também não constrói. Todas estas empresas, tal como a uber, pagam impostos de circulação para os seus veículos, que servem para a construção da dita infraestrutura.

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Mas agora com esses serviços como a Uber funcionam basicamente a borda da lei, eles empurram a responsabilidade e o ônus completamente para a sociedade. Quaisquer discussão fica na base que é mais oferta para a sociedade e auto-regulação do mercado e o estado fica como o vilão. Todas as empresas que você citou tem muito mais regulação e responsabilidade do que somente pagar imposto como a Uber e a própria burla e evita isso completamente criando precarização e degração do trabalho. E as startups não dão lucro, vivem de financiamento e especulação (afetando o mercado de motoristas como taxi que sim, dá), então logo mais vamos viver uma bolha sendo estourada dos aplicativos de motorista.

Obviamente que são serviços bem vindos muitas vezes, mas a discussão é rasa sobre os impactos cruéis que tem muitas vezes sobre determinadas categorias.

Agora com Dockless, se torna também um problema particular. Não é que não deva existir, mas existem também conflitos na operação das bicicletas, se eu não me engano no começo de 2018 empresas chinesas chegaram a Lisboa e logo foram proibidas para se regulamentar o serviço. Muitas vezes elas geram transtornos, interrompem a passagem, precisa ser melhor pensando que uma empresa querendo jogar bicicletas no meio das vias ai vem outra e outra e outras.

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Percebo o teu ponto, mas repara. A GIRA foi implementada antes de existir qualquer serviço de bicicletas partilhadas. A GIRA ainda é a única que permite a aquisição de um passe mensal, portanto ideal para quem se quer deslocar todos os dias de casa para o trabalho de bicicleta. A GIRA é a única que pode ter a preocupação de operar em zonas menos lucrativas do município. Obviamente que a CML também poderia pagar à Uber para implementar estes serviços, mas isso também consumiria dinheiro aos contribuintes.

A Gira custou 23 milhões de euros aos contribuintes! A jump custou zero! Isso, vamos subsidiar tudo, tudo indiscriminadamente, carros, autocarros, bicicletas, trotinetas, carne de vaca, carne de porco, alojamento, tudo no mesmo saco de apoios até chegarmos ao sonho socialista.

Pode? Pois pode, mas como em qualquer sonho socialista vamos comparar o sonho com a realidade! A Gira na prática só opera nas zonas onde há docas. Com as jump podes levá-las onde tu quiseres, que nem zona vermelha existe, como na ecooltra ou no DriveNow.

Isto é um screenshot da uber/jump

Este é da gira

Quem é que fornece um serviço mais alargado?

Nacionalizemos as jump que então todas as tuas preocupações ficam sanadas.

Pois geram transtornos, mas parece que de repente, a população acordou para os transtornos sobre o passeio. Não estou a falar objetivamente de ti, mas parece que nunca ninguém se lembrou dos transtornos nos passeios, desde que surgiram as trotinetas. Estranho! É não ver o elefante na sala:

Não compares um sistema docked com um sistema dockless. Cada um tem as suas vantagens e desvantagens. O ideal até é o híbrido ou o semi-dockless.

E quanto custa uma viagem de uber versus uma viagem de gira? É que ir todos os dias para o trabalho de uber,pelo menos 2 viagens por dia,deve dar uma boa quantia.

E as giras sao 100% financiadas pelo estado? Ou parte pela custo do estacionamento dos carros da emel?

A sábado, 22/06/2019, 21:44, Aónio Eliphis via Fórum da MUBi [email protected] escreveu:

Os 23 milhões que o @Aonio_Lourenco refere são só o custo do investimento, gestão e manutenção. Não incluem as receitas dos utilizadores, ele nem sequer sabe se a GIRA dá lucro.

Não estou a falar da uber carro? Estou a falar da uber bicicletas?

Se queres ver o que é sugar dinheiro aos contribuintes, olha para o caso de Águeda:

Certo, tens razão! Tens dados sobre as receitas da gira, para saber o valor do lucro/prejuízo? Em qualquer caso é um investimento público cujo dinheiro tem de vir dos contribuintes, o que seria desnecessário considerando que há já vários privados a operar nesse sector (da mobilidade verde).